27 de fevereiro de 2026 · 3 min de lectura
Pragas no condomínio: protocolo contra baratas, ratos e térmitas
As pragas não respeitam a propriedade horizontal: entram pela garagem e aparecem no 5.º. Atuar depressa e em conjunto é a única estratégia que funciona.
De quem é o problema
- Nas zonas comuns (garagem, tubos de queda, pátios, compartimento do lixo): do condomínio.
- Dentro de uma fração: do proprietário — MAS se a origem for comum (tubo de queda, coluna técnica) ou afetar várias frações, cabe ao condomínio atuar de forma integral.
O protocolo eficaz
- Não deixar desinfestar por conta própria fração a fração: só desloca a praga de um lado para o outro.
- Contratem uma empresa de controlo de pragas inscrita no registo oficial para um tratamento integral: zonas comuns mais frações afetadas na mesma intervenção.
- Duas visitas no mínimo (tratamento mais reforço às 2–4 semanas) e certificado.
Custos orientativos
Tratamento integral de baratas num edifício pequeno: 200–500 €. Desratização de garagem com iscos e seguimento: semelhante. Térmitas: outro campeonato — inspeção técnica e tratamentos de anos (2.000–8.000 €), mas ignorá-las ameaça a estrutura.
Prevenção barata
Compartimento do lixo limpo e fechado, sumidouros da garagem com água ou grelha, e colunas técnicas seladas: 80% das pragas urbanas são um problema de portas abertas.
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