29 de agosto de 2026 · 4 min de lectura
Fechar bem a piscina: o que poupa dinheiro em junho
Acaba a época e a tentação é tapar e esquecer. Esse esquecimento é exatamente o que faz a abertura de junho custar o triplo.
O erro que sai mais caro
Esvaziar a piscina. Parece o lógico e é quase sempre um desastre: um tanque vazio sofre impulsos do terreno, pode fissurar-se e o revestimento seca e greta. Salvo indicação de um técnico para uma reparação concreta, a piscina hiberna com água.
O fecho correto, por ordem
- Limpeza a fundo antes de tudo: fundo, paredes, linha de água e skimmers. A sujidade que lá deixares oito meses é a que custará tirar em junho.
- Equilibrar a água: pH e cloragem corretos antes de hibernar. A água desequilibrada ataca o revestimento durante todo o inverno.
- Produto de hibernação, que evita algas e depósitos calcários.
- Baixar o nível abaixo dos skimmers e purgar as tubagens e a depuradora. É o que evita que uma geada rebente uma conduta.
- Cobertura bem fixada, que é também uma medida de segurança, não só de limpeza.
- Filtro e bomba: contralavagem, e a bomba protegida.
O administrativo, que também toca agora
Setembro é o momento de rever o contrato de manutenção antes de o renovar às cegas, de recolher o relatório do nadador-salvador se o houve, e de anotar em ata ou no registo de ocorrências o que falhou este verão. Em junho ninguém se lembra.
E uma verificação que convém não saltar
Se algo correu mal esta época — uma avaria recorrente, um consumo de água estranho, uma fuga suspeitada — o inverno é o momento de investigar, com a piscina fora de uso e sem pressa. Procurar uma fuga em julho, com a piscina cheia de gente, sai muito mais caro e incomoda toda a gente.
Pare de ler sobre gestão. Experimente.
Entre num condomínio de exemplo com tudo a funcionar e experimente você mesmo.